Alguém gosta de sangue? Pois então, para muitos os fatos que ocorrem na periferia da cidade e com o povo pobre, não é algo relevante para a construção da historia do nosso país! Mas estão errados. São estas pessoas que vivem e divide a identidade brasileira contigo, meu caro amigo de classe media. Falam até a mesma língua e são iguais a ti frente à constituição meu caro amigo burguês! Pois o teu empregado tem o mesmo direito que você tem, na hora de construir a historia. Um voto!
Mas ninguém teve coragem de construir uma critica ferrenha e inteligente, de um modo tão forte como foi feito no filme “Tropa de Elite 2: agora o inimigo é outro”. O sistema, o seu desmascaramento é apavorante, esfrega o que há de mais nojento no sistema democrático brasileiro em nossa cara. E com um tapa e um grito de “pede pra sair!” podemos acordar pra realidade de nossa historia atual. Sangue! Sangue de inocentes que são derramados para atender bolsos gananciosos de corruptos que se enraízam em nosso estado. Justos os que deveriam estar garantindo melhor qualidade de vida para o povo, acabam jogando no lixo toda uma conquista de gerações, para atender interesses próprios. Pode parecer clichê de “menino de esquerda”. Mas é a mais podre e pura verdade.
Engole essa meu querido pai de família que perdeu o filho com uma bala perdida. Aceite isto meu caro eleitor que tem algum irmão preso nas drogas, e que faz de tudo para continuar o contrabando, dando todo o dinheiro, e arranjando a força o dinheiro suado de outros trabalhadores.
Não quero acreditar, que o suor e sangue dos inocentes e honestos estejam patrocinando a corrupção, as drogas e as violências. Acordem meus caras pintadas, porque quem pinta a cara é palhaço! Por isto é que eles riem de você na foto da campanha!
Alguém gosta de sangue? É por nossa historia é feita de muito sangue! Foi escrita com ele, só que ninguém liga pra matéria prima, sempre tivemos apenas interesse pelos enfeites!
Eis mais um site que segue a rígida política de acabar com as altas mentiras que a humanidade implante em si mesma só para acobertar o mal que fazem tento a si mesmo quanto para todo o universo, um exagero que não pode ser descartado. eu sou a jaca que todo os dias é pisado pelos políticos e lideres mundiais, meu amigo agora eu vou feder! agradeço a sua visita e boa leitura! boas criticas sempre bem vindas
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
Critica fodastica

Bem, parece ser uma critica um pouco atrasada em relação a um filme que já saiu das telas, mas que estará sempre à disposição nas locadoras (se é que realmente ainda existam, falarei em outra critica) ou em nossa maravilhosa internet.
Venho relatar sobre o filme Distrito 9 (District 9), do diretor Neill Blomkamp; e o impacto que ele e Terri Tatchell conseguiram, com muito sucesso, sobre todos os espectadores da obra. O filme (como a maioria que está lendo já deve conhecer) se passa na África do Sul, e começa quando uma nave espacial estaciona sobre a cidade de Joanesburgo. Os seres vivos que ocupavam tal nave são obrigados a abandonar o veiculo e se refugiam em comunidades humanas, melhor dizendo, comunidades carentes e marginais da cidade, e durante 20 anos a nave fica estacionada sobre a cidade e os alieniginas acampados na terra.
O mais é preciso ver o filme, pois tudo o que se tem para relatar sobre ele, cada cena, cada objeto que aparece em cena tem algum significado monstruoso, com a intenção de esfregá-los na face da humanidade. Qualquer um que vá assistir ao filme que recomendo, toma um rumo completamente diferente nos pensamentos e reflexões que se tinha da vida, e que se tinha do próximo; e até aquela esquecida crise existencialista é cogitada após que se vê uma longa aventura imprevisível e aguniante se desenrolar frente aos nossos olhos.
As novidades desse filme de ficção científica é que o seu modo de filmagem e de dinâmica o faz parecer um documentário, com depoimentos das personagens que participaram de tal evento, ou que simplesmente tiveram alguma relação com ele. Mas às vezes faz o espectador esquecer que é um documentário, e depois volta aos depoimentos, fazendo quem assiste perceber os diferentes pontos de vista que há nos relatos, e os embates de algumas ideologias com outras. O que nós faz lembrar que isso acontece o tempo todo em nossa sociedade. Como embates entre etnias, línguas, economias, políticas e todos os embates monstruosos que o capitalismo e os seres humanos criaram para se estabelecer o poder.
E parece que de tudo isso, de tudo o que está presente em nossa sosciedade, Neill Blomkamp e Terri Tatchell, conseguiram pegar o que há de mais nojento e predominante para esfregar na cara de quem assiste ao filme, e de certa forma que faz a pessoa ter náuseas com pensamentos que jamais tinha tido, ou aprofundar em pensamentos que evitava.
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