No que pensar meu bom leitor? Nas catástrofes que acontecem, ou por que elas acontecem? Em que realmente somos donos do mundo? Que conseguimos sempre ter domínio sobre o que acontece a nossa volta, e que possivelmente poderemos evitar coisas piores, e que podemos consertar a vida?
É o medo do homem, não saber das coisas, não ter respostas para as perguntas. Sempre tendo de recorrer a crendices, sempre tendo de acreditar em algo absoluto. Assim se criou as divindades, as religiões, e foi também através dele que veio a ciência a tecnologia. E todas com um propósito, respostas... Sempre as respostas inalcançáveis, sempre rodeadas de barreiras mentais, físicas ou espirituais.
Sempre tudo cheio de rodeio, tudo sempre rodeado de mais perguntas. Respostas que trazem mais perguntas. Talvez por isso sejamos insatisfeitos.
Mas nunca perguntamos as perguntas para nos mesmos, nunca tenhamos parado e procurados a verdade em nós mesmos. Não temos pensado que a verdade está em nós o tempo todo!
Pois deve ser assim, a verdade de cada um, e como uma peça do quebra-cabeça, ninguém está mentindo na sua verdade, ou contrariando verdade de ninguém, são apenas partes minúsculas de uma verdade escondida no universo inteiro!
Minha verdade não pode ser melhor nem pior que a sua meu leitor, apenas uma parte perdida da sua e você uma parte perdida da minha.
Porém, deste raciocínio, de que há varias verdades, fizemos errado ao tratá-lo com motivos de guerra, como motivo de separar tudo o que existe, na ganância de dominar tudo, e achar que tudo possa estar aos nossos pés.
Uma prova de que a verdade do outro nos completa esta na arte, na musica, em uma escultura que nos impressiona, em tudo que vem do outro e nos toca, pois é parte da verdade dele que adquirimos e nos completamos e nos sentimos bem em nossa existência quando aquele pedaço de verdade nos inteira.
Só enxergando esta maneira de viver, esta maneira de ser que talvez haja paz, na construção deste grande mosaico da vida e suas respostas. Não podemos deixar que guerras, preconceitos, divisão de classes, dinheiro ou qualquer outra coisa seja as parte dominante desta nossa verdade, mas sim apenas parte delas, para que no fim tudo possa ser erguido e fixado em nosso avanço pelos mistérios de tudo.
Eis mais um site que segue a rígida política de acabar com as altas mentiras que a humanidade implante em si mesma só para acobertar o mal que fazem tento a si mesmo quanto para todo o universo, um exagero que não pode ser descartado. eu sou a jaca que todo os dias é pisado pelos políticos e lideres mundiais, meu amigo agora eu vou feder! agradeço a sua visita e boa leitura! boas criticas sempre bem vindas
sábado, 12 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
quantas vezes sentiu frio e quiz um abraço? quantas vezes você já paou para pensar se seu trabalho vale tanto assim para lhe tirar um precioso tempo que é viver? quantas vezes já olhou para o cèu e soube que em alguma distancia lá fora existe um atomo igual ao qe te compõe. quantas vezes quando olhou para o ceu se sentiu incompleto e muito pequeno? quantas vezes pensou que falta algo que de alguma forma as estrelas poderiam lhe dar este conforto de ser? quantas vezes parou de pensar em ter, trabalhar paa ter, em ser, nos outros pensamentos, em quem esta certo ou errado, no que é o amor ou o odio? quantas vezes foi humano, realmente humano a ponto de não ligar para dinheio distancia, amor, odio, preconceito, inveja. quantas mãos já estendeu.
qual foi a sua ultima doação do mundo que vc comprou para alguem que não consegue te-lo? aposto que é algo que a midia disse que já não presta para estar no mundo atualmente.
deixemos de ser somente atuais. a verdade é que sempre estivemos vivendo o mundo, mas nunca perguntamos aos nosso corpo, as nossas composições, aos nossos movimentos e elementos as resposta sobre como tem sido a estada aqui.
somos materia procurando motivo para a nossa existencia! será somente isso ou há algo maior nós deixando louco sem uma resposta?algo maior que quer apenas que esperamos? há tanta coisa que só o homem pensa e faz. meus olhos não me enganam quando eu vejo que as pessoas correm e matam outra pessoas por materia que no futuro será considerada um ser vivo.
vocês que vivem a guerra esquecam os motores, as maquinas e energia, vivam o a belaza humana e vivam uns aos outros. cuidem-se de suas palavras, é a mais pura tecnologia humana, pois é por elas que temos o muno em nossas mãos!
qual foi a sua ultima doação do mundo que vc comprou para alguem que não consegue te-lo? aposto que é algo que a midia disse que já não presta para estar no mundo atualmente.
deixemos de ser somente atuais. a verdade é que sempre estivemos vivendo o mundo, mas nunca perguntamos aos nosso corpo, as nossas composições, aos nossos movimentos e elementos as resposta sobre como tem sido a estada aqui.
somos materia procurando motivo para a nossa existencia! será somente isso ou há algo maior nós deixando louco sem uma resposta?algo maior que quer apenas que esperamos? há tanta coisa que só o homem pensa e faz. meus olhos não me enganam quando eu vejo que as pessoas correm e matam outra pessoas por materia que no futuro será considerada um ser vivo.
vocês que vivem a guerra esquecam os motores, as maquinas e energia, vivam o a belaza humana e vivam uns aos outros. cuidem-se de suas palavras, é a mais pura tecnologia humana, pois é por elas que temos o muno em nossas mãos!
pare e pense
na avenida da vida, as luzes de cada tentação é mais que atreante, porém não muito verdadeiras, e sim umas armadilha de danações e mentiras.
a promessa de felicidade faz brilhar os mais ceticos dos olhos e corações.
que sentido, qual rumo tomar? para onde ir quando a luz que mais admiramos apaga, simplesmente nos abandona em escuridão e incerteza? se não deixarnos crescer na sofridão, no abandono e solidão, e nesse crescimento dentro do sofrimento acostumamos com tudo o que nos faz mal como forma de nos afastar de ser humano, para que a queda, do chão não passe.
sim gostaria de sofre e me entragar ao sofrer e nada ser, pois só assim para entender que apesar de tudo tudo o que fizermos, sempre seremos os memso que os de antes, os de agora, e pricipalmente aos que virão.
e por esse pensamento que não me fecho, deixando o que deve ser sentido de lado, vivo o mundo sem medo, deixe ele me acoitar, ele pode até me matar mas eu sou parte do mundo assim como ele é minha parte.
somos um nessa vida.
mas é por culpa dos que não assim pensam que vivo assim, açoitado pela dor. jamais a concha a ignorancia e deselegancia de viver me aafetara e me tiraráq a sensibilidade da vida. posso ser derrotado, mas ser derrotado é o meu sucesso, é a minha vitoria, é o que eu vivo sem me afetar, minha vida não para porqu uma luz apagou. na vida há tantas outras, sei que não posso faze-las voltar, mas posso lutar para que não apague. por enquanto estou cego.
vou viver o sofrimento do não admirar, me amadurecer na escuridão, para aprender que não é só de lus que vive toda as coisas.
não amarei mais a uma luz de humanidade, viverei e serei o hamor nessa humanidade. todos são meus amados, minha raça, minha graça, o meu complexo, afinal... todos morrem no final.
a promessa de felicidade faz brilhar os mais ceticos dos olhos e corações.
que sentido, qual rumo tomar? para onde ir quando a luz que mais admiramos apaga, simplesmente nos abandona em escuridão e incerteza? se não deixarnos crescer na sofridão, no abandono e solidão, e nesse crescimento dentro do sofrimento acostumamos com tudo o que nos faz mal como forma de nos afastar de ser humano, para que a queda, do chão não passe.
sim gostaria de sofre e me entragar ao sofrer e nada ser, pois só assim para entender que apesar de tudo tudo o que fizermos, sempre seremos os memso que os de antes, os de agora, e pricipalmente aos que virão.
e por esse pensamento que não me fecho, deixando o que deve ser sentido de lado, vivo o mundo sem medo, deixe ele me acoitar, ele pode até me matar mas eu sou parte do mundo assim como ele é minha parte.
somos um nessa vida.
mas é por culpa dos que não assim pensam que vivo assim, açoitado pela dor. jamais a concha a ignorancia e deselegancia de viver me aafetara e me tiraráq a sensibilidade da vida. posso ser derrotado, mas ser derrotado é o meu sucesso, é a minha vitoria, é o que eu vivo sem me afetar, minha vida não para porqu uma luz apagou. na vida há tantas outras, sei que não posso faze-las voltar, mas posso lutar para que não apague. por enquanto estou cego.
vou viver o sofrimento do não admirar, me amadurecer na escuridão, para aprender que não é só de lus que vive toda as coisas.
não amarei mais a uma luz de humanidade, viverei e serei o hamor nessa humanidade. todos são meus amados, minha raça, minha graça, o meu complexo, afinal... todos morrem no final.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Teus Grilhôes
Aos que me lêem, sim eu admito que sou muito revoltado com as atuais idéias dos seres humanos a respeito sobre o que é a vida e sobre como é vive-la. Conceitos inúteis de como se se deve ser feliz nessa nova sociedade. O interessante é que sempre aparecem pessoas que dizer entender sobre os assuntos, fazem grandes discursos contra o modo de vida que predomina em nossas manias de consumismo. Mas nunca para pára para pensar sobre o que acaba fazendo. Vende suas idéias revolucionarias em livros, torna-se dependente do que escreve. Acaba deixando que suas idéias tão críticas a todas as coisas que pensamos serem boas para o ser humano, fazerem parte desta esfera, resumindo, suas idéias deixam o caráter de soma no intelecto humano, deixa a parte humana da pessoa e passa a ser produto. Passa a ser consumo da sociedade, se sujeita a ser apenas uma parte do kit necessário para um ser humano se sentir apto dentro da sociedade, um kit necessário para que um ser humano se sinta humano.
Nada do que fazemos dentro da sociedade para apoiar a sociedade, seja ela uma alternativa, seja ela uma comunista, fascista, capitalista, enfim, seja ela o que for! Nada presta para o ser humano! Nada presta para se construir humanidade nas pessoas, nada as fazem voltar a origem dos pensamentos, a busca pelo fascínio da vida. Não se admira mais o universo que nos rodeia com abundância, e apenas vivemos na casca de um planeta achando que tudo o que é bom existe em pouca quantidade na vida, por isso é preciso lutar!
Meus caros amigos, a verdade é que o ser humano não fora feito para se conter dentro numa sociedade de muitos indivíduos onde a vigilância é pouca. Somos sociais sim, mas não de larga escala e para muitas pessoas. Fomos feito para comunidades pequenas, para sermos vigiados, para que o lobo do homem não domine sobre ele, e assim sobre a sociedade. Com poucas pessoas nos relacionamos bem, as brigas são mais facilmente apaziguadas, e o mal do homem não domina sobre o homem por que com poucas pessoas em volta do ser, ele não se tão ofuscado por outros e percebe melhor a libe
rdade do próximo. Em conjunto nas grandes cidades só fazemos parte dos grandes rebanhos globais a qual as minorias privilegiadas têm domínio e pleno saber desta verdade, logo só fazemos parte dos planos para enriquecer alguém. E o verdadeiro dinheiro que se possui não é esta nota de papel que muitos morrem, ou perdem todo o tempo de uma vida trabalhando para ter, o verdadeiro dinheiro é o controle de pessoas dependentes da falsa idéia de valor a essa nota. Resumindo e bem fácil, é o domínio que cada grande senhor tem pelos seus zumbis enganados pelo valor desta bosta de papel colorido!Se não perceberam, o banco produz dinheiro, e cobra impostos sobre o dinheiro, mas se o dinheiro já nasce com divida? Onde há dinheiro para cobrir esta divida? A resposta é: em lugar nenhum. “Bem vindo a realidade, seus olhos doem porque você nunca os utilizou” Morpheu, personagem de Matrix. A verdade dói, porque nunca a vemos. Para você que estudou historia, os grandes senhores (banqueiros e empresários) elevaram a nível mundial o sistema que os senhores de cafezais faziam com os emigrantes que chegavam aqui no Brasil. Observe o sistema! Eles te dão dinheiro para que você compre o que ele produziram... pêra, mas não foi você que trabalhou pra ele? Então você consome o que produ
ziu?Só que ainda por cima tem que pagar por isso? E a um preço maior, pois o seu salário tá embutido no preço do produto!São as dividas, as dividas são os seus grilhões! Meu querido povo, eu passei a existência do meu blog inteiro criticando política, quando a ordem mundial é bem outra, é a lei de quem tem mais escravo! Nunca saímos da escravidão, só fizeram um puxadinho na senzala na escala de um mundo! Tudo isso porque vivemos todos juntos, mais do que a mente humana suporta, caso contrario os filhos destes senhores também eram para participar do sistema, mas só fazem parte do sistema quem sabe a verdade, e tais... São muito poucos.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Outra critica ferrenha!
Alguém gosta de sangue? Pois então, para muitos os fatos que ocorrem na periferia da cidade e com o povo pobre, não é algo relevante para a construção da historia do nosso país! Mas estão errados. São estas pessoas que vivem e divide a identidade brasileira contigo, meu caro amigo de classe media. Falam até a mesma língua e são iguais a ti frente à constituição meu caro amigo burguês! Pois o teu empregado tem o mesmo direito que você tem, na hora de construir a historia. Um voto!
Mas ninguém teve coragem de construir uma critica ferrenha e inteligente, de um modo tão forte como foi feito no filme “Tropa de Elite 2: agora o inimigo é outro”. O sistema, o seu desmascaramento é apavorante, esfrega o que há de mais nojento no sistema democrático brasileiro em nossa cara. E com um tapa e um grito de “pede pra sair!” podemos acordar pra realidade de nossa historia atual. Sangue! Sangue de inocentes que são derramados para atender bolsos gananciosos de corruptos que se enraízam em nosso estado. Justos os que deveriam estar garantindo melhor qualidade de vida para o povo, acabam jogando no lixo toda uma conquista de gerações, para atender interesses próprios. Pode parecer clichê de “menino de esquerda”. Mas é a mais podre e pura verdade.
Engole essa meu querido pai de família que perdeu o filho com uma bala perdida. Aceite isto meu caro eleitor que tem algum irmão preso nas drogas, e que faz de tudo para continuar o contrabando, dando todo o dinheiro, e arranjando a força o dinheiro suado de outros trabalhadores.
Não quero acreditar, que o suor e sangue dos inocentes e honestos estejam patrocinando a corrupção, as drogas e as violências. Acordem meus caras pintadas, porque quem pinta a cara é palhaço! Por isto é que eles riem de você na foto da campanha!
Alguém gosta de sangue? É por nossa historia é feita de muito sangue! Foi escrita com ele, só que ninguém liga pra matéria prima, sempre tivemos apenas interesse pelos enfeites!
Mas ninguém teve coragem de construir uma critica ferrenha e inteligente, de um modo tão forte como foi feito no filme “Tropa de Elite 2: agora o inimigo é outro”. O sistema, o seu desmascaramento é apavorante, esfrega o que há de mais nojento no sistema democrático brasileiro em nossa cara. E com um tapa e um grito de “pede pra sair!” podemos acordar pra realidade de nossa historia atual. Sangue! Sangue de inocentes que são derramados para atender bolsos gananciosos de corruptos que se enraízam em nosso estado. Justos os que deveriam estar garantindo melhor qualidade de vida para o povo, acabam jogando no lixo toda uma conquista de gerações, para atender interesses próprios. Pode parecer clichê de “menino de esquerda”. Mas é a mais podre e pura verdade.
Engole essa meu querido pai de família que perdeu o filho com uma bala perdida. Aceite isto meu caro eleitor que tem algum irmão preso nas drogas, e que faz de tudo para continuar o contrabando, dando todo o dinheiro, e arranjando a força o dinheiro suado de outros trabalhadores.
Não quero acreditar, que o suor e sangue dos inocentes e honestos estejam patrocinando a corrupção, as drogas e as violências. Acordem meus caras pintadas, porque quem pinta a cara é palhaço! Por isto é que eles riem de você na foto da campanha!
Alguém gosta de sangue? É por nossa historia é feita de muito sangue! Foi escrita com ele, só que ninguém liga pra matéria prima, sempre tivemos apenas interesse pelos enfeites!
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
um conto de uma serie, chama-se Da selva de pedras
A chuva e os numeros
A chuva caia na cidade, timidamente, sem fazer barulho algum, tendo apenas como anunciante de sua presença o frio. Não era chuva de molhar, ou acabar com a seca de uma vez. Mas era a chuva que prendia as pessoas com melhor vida em suas casas, pelo desanimo que causava no coração delas, já que estavam tão acostumados com o sol.
As arvores retorcidas do quintal improvisado daquela casa, se agoniavam com sede, tendo como tortura uma chuva que não sabia se caia de vez ou continuava no céu. A sede de sete meses quase matava algumas delas.
Dentro da casa era o silencio, o silencio dos olhos atentos na janela que denunciava a paisagem desanimadora da semi-chuva fria lá fora. Não tinham coragem para fazer o que deviam.
Mais dentro da casa, onde se faz a comida (senda a casa de um cômodo) olhos tristes viam a panela com indignação. Estava meio cheia de arroz para se sustentarem até o fim do mês. Virou-se com dificuldade, pois o mais novo de todos ainda não sabia andar e ainda se encarapitava no colo. Tal movimento revelou a janela e os dois mais velhos aos olhos tristes. Todos olhavam a chuva que não saia se caia.
Mais essa agora, chuva para atrapalhar o trabalho dos guris! Se não fossem para a rua, não poderia ficar calma com eles em casa, iriam querer comer, e não tinham muito, tinham de render o que tinham.
O mais novo tremeu em seus braços. Teve pena do pequeno, realmente estava frio. Não pegaria o pano dos maiores, já andavam quase nus. Foi até a cama improvisada de papelão. Pegou alguns jornais velhos que achara na rua. Tais tinham como matéria de capa os escândalos de corrupção e desvio de dinheiro publico na construção de hospitais e escolas públicas, que iriam atender a populações carentes, e também aos contribuintes. Bom... Ela não sabia ler, eram apenas jornais, esquentavam bem. Serviam pra algo.
Depois de embrulhar o filhote, irritou-se com a preguiça dos mais velhos, pegou um jornal, este tratava da coluna social da cidade, e dizia sobre o senhor desembargador que deu uma festa de quinze anos a filha mais nova, festa com valos de 100mil reais e ainda deu um carro zero quilometro de presente, por ter conseguido passar de ano depois de uma vergonhosa reprovação, na qual deixou a família um pouco sem prestigio. Ela não sabia ler, enrolou o jornal, fez dele um porrete e deu nos meninos que teimavam em sair de casa. Os dois assustados, choravam, corriam e desviavam dos golpes da mãe, não queria sair da casa para a chuva.
Ela não queria saber, fez mais um gesto quando os encurralou entre o “quarto” e a “cozinha”. Antes de completá-lo, os meninos se renderam, sabia se não fossem seria o resto da tarde daquele jeito, e não seria um rolo de jornal como objeto de espancamento. Saíram chorando e soluçando, ainda com esperança de receberem a misericórdia da que os expulsava para a rua e o trabalho.
Mas os olhos não os visavam mais, e nem queriam, para não machucar os meninos mais do que mereciam!
Os olhos tristes procuravam o calendário, sabia de datas, números, precisamente o tempo, horas, dias, semanas, meses, anos. Como todo bem cristão precisava sabê-los para agradar a Deus e seus feriados.
Faltava um ano para as visitas de homens bons e bem vestidos, sempre sorridentes e com presentes, era sempre de quatro e quatro anos, o natal fora de época! Tudo porque queriam que ela fosse à escola pra digitar os números deles numa espécie de telefone com televisão, chamavam-na de urna. Ela de milagre de Deus, era sempre um alivio aqueles dias!
A chuva caia na cidade, timidamente, sem fazer barulho algum, tendo apenas como anunciante de sua presença o frio. Não era chuva de molhar, ou acabar com a seca de uma vez. Mas era a chuva que prendia as pessoas com melhor vida em suas casas, pelo desanimo que causava no coração delas, já que estavam tão acostumados com o sol.
As arvores retorcidas do quintal improvisado daquela casa, se agoniavam com sede, tendo como tortura uma chuva que não sabia se caia de vez ou continuava no céu. A sede de sete meses quase matava algumas delas.
Dentro da casa era o silencio, o silencio dos olhos atentos na janela que denunciava a paisagem desanimadora da semi-chuva fria lá fora. Não tinham coragem para fazer o que deviam.
Mais dentro da casa, onde se faz a comida (senda a casa de um cômodo) olhos tristes viam a panela com indignação. Estava meio cheia de arroz para se sustentarem até o fim do mês. Virou-se com dificuldade, pois o mais novo de todos ainda não sabia andar e ainda se encarapitava no colo. Tal movimento revelou a janela e os dois mais velhos aos olhos tristes. Todos olhavam a chuva que não saia se caia.
Mais essa agora, chuva para atrapalhar o trabalho dos guris! Se não fossem para a rua, não poderia ficar calma com eles em casa, iriam querer comer, e não tinham muito, tinham de render o que tinham.
O mais novo tremeu em seus braços. Teve pena do pequeno, realmente estava frio. Não pegaria o pano dos maiores, já andavam quase nus. Foi até a cama improvisada de papelão. Pegou alguns jornais velhos que achara na rua. Tais tinham como matéria de capa os escândalos de corrupção e desvio de dinheiro publico na construção de hospitais e escolas públicas, que iriam atender a populações carentes, e também aos contribuintes. Bom... Ela não sabia ler, eram apenas jornais, esquentavam bem. Serviam pra algo.
Depois de embrulhar o filhote, irritou-se com a preguiça dos mais velhos, pegou um jornal, este tratava da coluna social da cidade, e dizia sobre o senhor desembargador que deu uma festa de quinze anos a filha mais nova, festa com valos de 100mil reais e ainda deu um carro zero quilometro de presente, por ter conseguido passar de ano depois de uma vergonhosa reprovação, na qual deixou a família um pouco sem prestigio. Ela não sabia ler, enrolou o jornal, fez dele um porrete e deu nos meninos que teimavam em sair de casa. Os dois assustados, choravam, corriam e desviavam dos golpes da mãe, não queria sair da casa para a chuva.
Ela não queria saber, fez mais um gesto quando os encurralou entre o “quarto” e a “cozinha”. Antes de completá-lo, os meninos se renderam, sabia se não fossem seria o resto da tarde daquele jeito, e não seria um rolo de jornal como objeto de espancamento. Saíram chorando e soluçando, ainda com esperança de receberem a misericórdia da que os expulsava para a rua e o trabalho.
Mas os olhos não os visavam mais, e nem queriam, para não machucar os meninos mais do que mereciam!
Os olhos tristes procuravam o calendário, sabia de datas, números, precisamente o tempo, horas, dias, semanas, meses, anos. Como todo bem cristão precisava sabê-los para agradar a Deus e seus feriados.
Faltava um ano para as visitas de homens bons e bem vestidos, sempre sorridentes e com presentes, era sempre de quatro e quatro anos, o natal fora de época! Tudo porque queriam que ela fosse à escola pra digitar os números deles numa espécie de telefone com televisão, chamavam-na de urna. Ela de milagre de Deus, era sempre um alivio aqueles dias!
terça-feira, 5 de outubro de 2010
meu continho pra quebrar o gelo
Pelas costas
Trabalhou durante a toda vida. Logo que seu limite chegou, passou a esperar a morte, sentava ali, naquela cadeira. Não sabia porque, mas ali estava. Sentado na ponta da mesa de madeira, era de carvalho. Haviam mais sete lugares além do seu, todos vazios, porém cheios de lembrança, de tempos de outrora.
Logo a chuva iria cair nos campos lá de fora. Era domingo. Todos na missa, e ele ali. Esperando a morte com suas lembranças, estas passavam como um filme, longe e demorado, tendo como trilha sonora os pingos de chuva chocando-se no chão. Sorriu ele, sim a grama deste chão estava bem cortada.
Mantinha-se cortada pelo trabalho dos filhos,q eu agora cuidavam dele, ainda que não tivessem idade suficiente para serem considerados homens, como diz a lei, ou o que dizem que a lei fala, não sabia ao certo. Um tinha dezesseis, o outro quinze, mais outro tinha catorze e dois tinham treze. Ou teriam mais? Estaria confundindo realidade com lembrança? Não fazia mal. Pelo menos era a idade dos que ainda viviam.
Os dois meninos de treze não eram gêmeos, um era seu filho de nascença o outro por carência, era um sobrinho, órfão de pai e mãe. Era considerado filho, e ele se considerava filho, o respeito era mutuo.
Lembrou-se dos tempos em que o menino chegara ali com cinco anos de idade, tímido e com medo, vinha da cidade, uma grande mudança, porém necessária. Seus pais, mortos na frente dos seus olhos inocentes, vira coisa que nem gente grande suporta. , e seu irmão, se perdeu nas ilusões baratas.
O órfão tinha vindo no mesmo ano em que o filho mais velho, o que não fora citado a idade, tinha morrido. Morreu na igreja, morto por militares. O mataram dentro da casa de Deus.
Eis porque não estava na missa. Tinha desacreditado em Deus e na pátria. Estava perdido no silencio, nos pensamentos. Fingia-se consciente e sorria para os que passavam por ele, dando um bom comprimento.
Uma pontada na memória o fez lembrar-se da mulher, morta por um assassino. Os militares nada fizeram. O assassino era um deles! O país, a moral a religião o decepcionaram tanto. A lágrima descia pelo rosto e logo se encontrou com a mesa de carvalho.
A arma na mão, a vingança latejante sofrida no peito, o empurravam em um abismo de indecisões, estava desnorteado. Estava mudado. Por falar na tristeza de perder um filho, merecera, a sua mulher, aquela morte?
Tinha mudado sua rotina. Seus princípios, juntou seguidores daquela terra, iriam a cidade em busca de justiça, tinha planejado tudo, não sabia dizer adeus. Preocupava-se com uma única coisa.
Um menino dos seus, fascinado pelas armas, pela marcha dos soldados, tinha se levado pela beleza da disciplina dos militares. Acreditava no que diziam que a morte da mãe era necessária ao país, acreditava que a morte do irmão. Temia que teu filho o traísse, mas já esperava.
O som do feio de um carro, alguma voz de menino confirmando o local. Nenhuma voz melhor para traí-lo, do que uma voz amada. Vinha do lado de fora, atrás da porta da casa, que estava atrás de onde o homem estava sentado.
Bateram na porta, o choro aumentou, tinha perdido mais um filho, ou nunca ganho aquele? Mesmo sabendo que se respeitavam, mas o menino tinha traído toda sua confiança, poderia ter sido de outra forma.
Bateram na porta, logo um longo intervalo... até que arrebentaram a porta de uma vez, cliques de armas destravando. Armas apontadas para as costas de um homem.
Trabalhou durante a toda vida. Logo que seu limite chegou, passou a esperar a morte, sentava ali, naquela cadeira. Não sabia porque, mas ali estava. Sentado na ponta da mesa de madeira, era de carvalho. Haviam mais sete lugares além do seu, todos vazios, porém cheios de lembrança, de tempos de outrora.
Logo a chuva iria cair nos campos lá de fora. Era domingo. Todos na missa, e ele ali. Esperando a morte com suas lembranças, estas passavam como um filme, longe e demorado, tendo como trilha sonora os pingos de chuva chocando-se no chão. Sorriu ele, sim a grama deste chão estava bem cortada.
Mantinha-se cortada pelo trabalho dos filhos,q eu agora cuidavam dele, ainda que não tivessem idade suficiente para serem considerados homens, como diz a lei, ou o que dizem que a lei fala, não sabia ao certo. Um tinha dezesseis, o outro quinze, mais outro tinha catorze e dois tinham treze. Ou teriam mais? Estaria confundindo realidade com lembrança? Não fazia mal. Pelo menos era a idade dos que ainda viviam.
Os dois meninos de treze não eram gêmeos, um era seu filho de nascença o outro por carência, era um sobrinho, órfão de pai e mãe. Era considerado filho, e ele se considerava filho, o respeito era mutuo.
Lembrou-se dos tempos em que o menino chegara ali com cinco anos de idade, tímido e com medo, vinha da cidade, uma grande mudança, porém necessária. Seus pais, mortos na frente dos seus olhos inocentes, vira coisa que nem gente grande suporta. , e seu irmão, se perdeu nas ilusões baratas.
O órfão tinha vindo no mesmo ano em que o filho mais velho, o que não fora citado a idade, tinha morrido. Morreu na igreja, morto por militares. O mataram dentro da casa de Deus.
Eis porque não estava na missa. Tinha desacreditado em Deus e na pátria. Estava perdido no silencio, nos pensamentos. Fingia-se consciente e sorria para os que passavam por ele, dando um bom comprimento.
Uma pontada na memória o fez lembrar-se da mulher, morta por um assassino. Os militares nada fizeram. O assassino era um deles! O país, a moral a religião o decepcionaram tanto. A lágrima descia pelo rosto e logo se encontrou com a mesa de carvalho.
A arma na mão, a vingança latejante sofrida no peito, o empurravam em um abismo de indecisões, estava desnorteado. Estava mudado. Por falar na tristeza de perder um filho, merecera, a sua mulher, aquela morte?
Tinha mudado sua rotina. Seus princípios, juntou seguidores daquela terra, iriam a cidade em busca de justiça, tinha planejado tudo, não sabia dizer adeus. Preocupava-se com uma única coisa.
Um menino dos seus, fascinado pelas armas, pela marcha dos soldados, tinha se levado pela beleza da disciplina dos militares. Acreditava no que diziam que a morte da mãe era necessária ao país, acreditava que a morte do irmão. Temia que teu filho o traísse, mas já esperava.
O som do feio de um carro, alguma voz de menino confirmando o local. Nenhuma voz melhor para traí-lo, do que uma voz amada. Vinha do lado de fora, atrás da porta da casa, que estava atrás de onde o homem estava sentado.
Bateram na porta, o choro aumentou, tinha perdido mais um filho, ou nunca ganho aquele? Mesmo sabendo que se respeitavam, mas o menino tinha traído toda sua confiança, poderia ter sido de outra forma.
Bateram na porta, logo um longo intervalo... até que arrebentaram a porta de uma vez, cliques de armas destravando. Armas apontadas para as costas de um homem.
sábado, 2 de outubro de 2010
Falhas nacionais ignoradas de 4 em 4 anos
Odeio escrever a respeito de temas tão atuais, pois postagens devem ser atemporais, visto que outros não vão querer ler algum tema antigo, e não entenderão o conteúdo só por se tratar de um tema antigo, mas devo começar minhas críticas a partir deste ponto, por favor, em nível de curiosidade e engrandecimento do conhecimento da nação a cerca de fatos que só ocorrem no Brasil, pesquisem o que falo.
Em época de eleição é onde vemos as falhas em nosso país, e do nosso estado. Falhas no país por conta do povo, que muitas vezes quer gerar um movimento de indignação contra a política e acaba virando massa de manobra dos políticos. Justamente quando o povo decide fazer um voto de protesto em gente que é famoso ou tão mais simples que o povo (pra não dizer outra coisa), resumindo: não conhece a vida parlamentar e nem sabe o que é legislar, logo não serve para o trabalho de representante, mas o povo o quer por pura gozação! E isto continuara acontecendo até que a nossa consciência política evolua e saibamos o valor do voto. Pois quando se vota em uma representação desse nível, acabamos votando sem querer em políticos de mesma legenda, logo aqueles que tanto protestamos contra. Uma bagunça? Não, é a preguiça que o povo tem de pensar e enxergar a respeito.
E falhas de nosso estado em vários aspectos! Juro que não crítico a partido nenhum, pois como já postei antes, não partidarista e respeito a todos os partidos, pois todos têm em sua ideologia o melhor para a nação em que vivemos. Mas tenho que acordar o meu povo. Que seja PT, seja PMDB, seja PSDB ou qualquer variante desses, qualquer partido que se mantenha no governo por muito tempo, se enraíza no estado, pois o estado em si permite tal manipulação partidarista. Por isso é bom ter em mente que só porque o partido tem uma cor vermelha como destaque, não quer dizer que suas ideologias partem para uma ditadura, coisa tão obsoleta para os dias atuais. Mas sim qualquer partido quer manter-se no governo, para atender certos grupos, pois, que melhor empresa do que o estado? Pensem!
Tenho agora vergonha da nossa querida justiça, que em verdade, no Brasil, nunca foi tão justa assim. E creio que ainda por nossa consciência política tão pouco avançada, continuara não funcionando e beneficiando os que podem “arcar” com ela. Pesquisem a respeito da indecisão do STF no caso Roriz e a lei Ficha Limpa (um dos maiores avanços do povo em busca do respeito do estado). Aí entenderam do que falo sobre esta minha vergonha, não consigo engolir argumentos de juízes do supremo tribunal federal a respeito de um caso que até uma criança consegue enxergar quem está errado, racha a cara de vergonha do povo com uma indecisão tão violenta, me deixa a mercê se acredito ou não na justiça e na minha constituição.
Meu povo, nós temos de aprender que o estado não esta tão longe da gente, não há qualquer separação. Ele não manda no povo como muitos pensam, e que através desse pensamento escolhem os políticos “libertadores”. Ele serve para nos garantir segurança, direitos, e claro, deveres. Somos uma sociedade, partindo esta da palavra sócio, ou seja, dividimos da mesma identidade cultural, da mesma terra, dos mesmos direitos!
Viva a nossa nação, e abaixo qualquer tipo de ignorância, o povo para ter respeito precisa conquistá-la das mãos desse estado tão malandro.
Em época de eleição é onde vemos as falhas em nosso país, e do nosso estado. Falhas no país por conta do povo, que muitas vezes quer gerar um movimento de indignação contra a política e acaba virando massa de manobra dos políticos. Justamente quando o povo decide fazer um voto de protesto em gente que é famoso ou tão mais simples que o povo (pra não dizer outra coisa), resumindo: não conhece a vida parlamentar e nem sabe o que é legislar, logo não serve para o trabalho de representante, mas o povo o quer por pura gozação! E isto continuara acontecendo até que a nossa consciência política evolua e saibamos o valor do voto. Pois quando se vota em uma representação desse nível, acabamos votando sem querer em políticos de mesma legenda, logo aqueles que tanto protestamos contra. Uma bagunça? Não, é a preguiça que o povo tem de pensar e enxergar a respeito.
E falhas de nosso estado em vários aspectos! Juro que não crítico a partido nenhum, pois como já postei antes, não partidarista e respeito a todos os partidos, pois todos têm em sua ideologia o melhor para a nação em que vivemos. Mas tenho que acordar o meu povo. Que seja PT, seja PMDB, seja PSDB ou qualquer variante desses, qualquer partido que se mantenha no governo por muito tempo, se enraíza no estado, pois o estado em si permite tal manipulação partidarista. Por isso é bom ter em mente que só porque o partido tem uma cor vermelha como destaque, não quer dizer que suas ideologias partem para uma ditadura, coisa tão obsoleta para os dias atuais. Mas sim qualquer partido quer manter-se no governo, para atender certos grupos, pois, que melhor empresa do que o estado? Pensem!
Tenho agora vergonha da nossa querida justiça, que em verdade, no Brasil, nunca foi tão justa assim. E creio que ainda por nossa consciência política tão pouco avançada, continuara não funcionando e beneficiando os que podem “arcar” com ela. Pesquisem a respeito da indecisão do STF no caso Roriz e a lei Ficha Limpa (um dos maiores avanços do povo em busca do respeito do estado). Aí entenderam do que falo sobre esta minha vergonha, não consigo engolir argumentos de juízes do supremo tribunal federal a respeito de um caso que até uma criança consegue enxergar quem está errado, racha a cara de vergonha do povo com uma indecisão tão violenta, me deixa a mercê se acredito ou não na justiça e na minha constituição.
Meu povo, nós temos de aprender que o estado não esta tão longe da gente, não há qualquer separação. Ele não manda no povo como muitos pensam, e que através desse pensamento escolhem os políticos “libertadores”. Ele serve para nos garantir segurança, direitos, e claro, deveres. Somos uma sociedade, partindo esta da palavra sócio, ou seja, dividimos da mesma identidade cultural, da mesma terra, dos mesmos direitos!
Viva a nossa nação, e abaixo qualquer tipo de ignorância, o povo para ter respeito precisa conquistá-la das mãos desse estado tão malandro.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
o povo precisa tirar o cabresto!
Pelo amor de deus meu povo, peço alguns dias antes que abram a cabeça, chega de partidarismo, chega de militância. Viva meu povo o direito de construir um pais mais avançado, que enxerga além das ideologias e facções, meu querido povo brasileiro, veja que todos os lados querem melhorar o Brasil, pois caso contrario não seria beneficio governá-lo.
É preciso pensar e saber política, é preciso deixar preconceitos de lado e parar de ser como muitos candidatos que só pensam em si, pensem no Brasil, no teu filho que cresce ou que está por vir. Pense meu povo, porque agüentar mais quatro anos de agonia e sofrimento, se com simples pressionar de botão consciente pode evitar tudo isso?
Já escrevi todo esse discurso em uma postagem antiga, porem agora é mais importante a situação meus caros.
E para os que forem ler após as eleições, por favor, não critiquem um político que foi posto lá com um voto seu, se critiquem pela falta de informação. Se arrependam e corram atrás do prejuízo que sempre vai parar em seu bolso, ajudem a fiscalizar, participe do governo do seu país. Viva a democracia, toda a área de trabalho deles é nossa, somos os patrões, os acionistas do estado, nós que mantemos tudo aquilo, eles é quem gastam!
Acredite em você e sua nação e mude tudo o que estiver ao seu alcance, em nossos tempos esperar por uma revolução é obsoleto, esperar por um líder, um herói é idiotice, pois as vozes singulares hoje estão mais facilmente caladas pela bosta da mídia. Participe do seu Estado, se cada um fizer sua parte, muda-se a cultura por vontade própria, e a evolução da nação é passiva. A mídia controla a massa, se a massa sai desse cabresto, não tem quem pare!
O povo tem poder, só que é burro demais, e burro por que quer, e goste de ser montado.
É preciso pensar e saber política, é preciso deixar preconceitos de lado e parar de ser como muitos candidatos que só pensam em si, pensem no Brasil, no teu filho que cresce ou que está por vir. Pense meu povo, porque agüentar mais quatro anos de agonia e sofrimento, se com simples pressionar de botão consciente pode evitar tudo isso?
Já escrevi todo esse discurso em uma postagem antiga, porem agora é mais importante a situação meus caros.
E para os que forem ler após as eleições, por favor, não critiquem um político que foi posto lá com um voto seu, se critiquem pela falta de informação. Se arrependam e corram atrás do prejuízo que sempre vai parar em seu bolso, ajudem a fiscalizar, participe do governo do seu país. Viva a democracia, toda a área de trabalho deles é nossa, somos os patrões, os acionistas do estado, nós que mantemos tudo aquilo, eles é quem gastam!
Acredite em você e sua nação e mude tudo o que estiver ao seu alcance, em nossos tempos esperar por uma revolução é obsoleto, esperar por um líder, um herói é idiotice, pois as vozes singulares hoje estão mais facilmente caladas pela bosta da mídia. Participe do seu Estado, se cada um fizer sua parte, muda-se a cultura por vontade própria, e a evolução da nação é passiva. A mídia controla a massa, se a massa sai desse cabresto, não tem quem pare!
O povo tem poder, só que é burro demais, e burro por que quer, e goste de ser montado.
Na lembrança das minhas promessas, sei que deveria estar toda semana atualizando, peço perdões, esta em um campo de pesquisa para aprimorar meus conhecimentos a cerca de política. Quem me conhece sabe que estive trabalhando como um cabo eleitoral de um certo político. Não me entendam mal, pois tal cargo me possibilitou mais contato com um assunto que tanto gosto de tratar em meus textos.
Resumindo fiz o que fiz para que meus assuntos não ficassem monótonos e tão pouco fracos em argumentos. Não quero fazer construções de criticas em cima de criticas populares e senso comum. Muito menos baseado em noticias e documentários feitos pela mídia que tanto odeio pela sua manipulação dos fatos.
Me dêem mais uma oportunidade de que posso ser o escritor das tuas crônicas favoritas.
Resumindo fiz o que fiz para que meus assuntos não ficassem monótonos e tão pouco fracos em argumentos. Não quero fazer construções de criticas em cima de criticas populares e senso comum. Muito menos baseado em noticias e documentários feitos pela mídia que tanto odeio pela sua manipulação dos fatos.
Me dêem mais uma oportunidade de que posso ser o escritor das tuas crônicas favoritas.
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